A polícia investiga o possível envolvimento de um homem conhecido como Lia, que atua como tatuador, com o tráfico de drogas. A suspeita ainda está em apuração e surgiu após o serviço de inteligência interceptar uma mensagem “informativo” do dia 24/06 que teria sido enviada em um grupo ligado a uma facção criminosa.
Na mensagem, integrantes da facção mencionam que havia suspeita de que Lia seria “cabrito”, termo usado no meio criminoso para se referir a uma pessoa suspeita de repassar informações, drogas, ou agir contra os interesses da facção. O texto também cita que teria chegado ao conhecimento do grupo a informação de que Lia teria “lançado” droga para uma mulher que “faz o job”.
Ainda conforme o conteúdo da mensagem, membros da facção teriam feito uma averiguação anterior no celular dele, mas não encontraram nada que comprovasse a suspeita. Segundo o relato, no aparelho havia apenas conversas relacionadas a trabalho e família.
A mensagem também informa que Lia continuaria sendo observado “dentro da quebrada”, enquanto integrantes do chamado “quadro disciplinar” acompanhariam sua rotina.