Sábado, 27 de Junho de 2026

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Quinta-Feira, 05 de Março de 2026 16:19

Sorriso: PF faz buscas na casa do prefeito por supostos crimes eleitorais; 23 foram indiciados, sendo 21 por suspeita de caixa 2

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (05/03), em Sorriso, a terceira fase da operação Rustius, tendo como alvo agente público indiciado por crimes eleitorais relacionados ao financiamento ilícito de campanha nas eleições municipais de 2024. O principal alvo seria o prefeito de Sorriso, Alei Fernandes (União).

 

Nesta fase, a PF cumpre medidas cautelares, entre elas, um mandado de busca e apreensão domiciliar, o bloqueio de contas bancárias e de aplicações financeiras e o sequestro por equivalência e por indisponibilidade de bens até o limite de R$ 608 mil.

A investigação criminal foi concluída e formalmente relatada, resultando no indiciamento de 23 pessoas. Destas, 21 foram indiciadas por omissão ou por inserção de informações falsas na prestação de contas da campanha – prática conhecida como “caixa 2”.

Também houve indiciamentos por crimes contra o sistema financeiro nacional e contra a economia popular, relacionados à concessão irregular de empréstimos.

As diligências indicam a existência de um esquema estruturado de financiamento ilícito, envolvendo empréstimos clandestinos para abastecimento da campanha; para pulverização de valores por meio de interpostas pessoas; para triangulação de despesas com campanhas de vereadores; para pagamentos em espécie a prestadores de serviço e para ocultação deliberada de despesas na prestação de contas.

A conclusão da investigação aponta que o volume de recursos não contabilizados altera de forma significativa o patamar real de recursos empregados na disputa eleitoral.

As diligências indicam a existência de um esquema estruturado de financiamento ilícito, envolvendo empréstimos clandestinos para abastecimento da campanha; para pulverização de valores por meio de interpostas pessoas; para triangulação de despesas com campanhas de vereadores; para pagamentos em espécie a prestadores de serviço e para ocultação deliberada de despesas na prestação de contas.

A conclusão da investigação aponta que o volume de recursos não contabilizados altera de forma significativa o patamar real de recursos empregados na disputa eleitoral.

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