Domingo, 26 de Abril de 2026

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Sábado, 25 de Abril de 2026 16:36

Sorriso: PC prende avô e tio estrupradores de crianças; uma menina foi estuprada pelos dois; um dos presos olhava todo dia se tinha mandado de prisão contra ele

A Polícia Civil de Sorriso prendeu nesta sexta-feita (24/04) C.F e C.C por estupro de vulnerável resultado de uma investigação que teve no fim do ano passado, quando uma das vítimas, ainda criança, relatou à polícia ter sido abusada sexualmente pelo avô de consideração e pelo tio.

Segundo a delegada Laísa Crisóstomo de Paula os presos são integrantes da própria família e estupraram três crianças, duas delas hoje são adolescentes.

Anda segundo a delegada, as prisões foram possíveis após uma das vítimas tomar coragem e motivar outras duas adolescentes, primas da criança, a também denunciarem abusos sofridos pelo mesmo tio quando eram menores.

“ Os dois se aproveitavam da vulnerabilidade das vítimas, oferecendo presentes, dinheiro, doces. Muitas vezes, as crianças estavam sozinhas e sem ter a quem recorrer”, destacou a delegada Laísa.

 

Ela ressaltou que as denúncias anteriores não ocorreram por medo e vergonha, mas a apuração dos fatos foi possível graças à última denúncia.
Durante a investigação, a Polícia Civil obteve provas robustas e representou pela prisão preventiva dos suspeitos. As prisões ocorreram de forma simultânea: um deles foi detido em Vera, com apoio da delegacia local, e o outro em Sorriso.

“A ação conjunta foi necessária para evitar que um suspeito avisasse o outro e fugisse. Inclusive, descobrimos que um dos investigados costumava pesquisar diariamente se havia um mandado de prisão em seu nome, o que pode indicar intenção de evasão”, relatou a delegada.

Questionada sobre a postura dos suspeitos, Laísa informou que ambos ainda não foram ouvidos formalmente devido à proximidade das prisões, realizadas no final do dia. Apesar disso, um deles admitiu informalmente à equipe que monitorava sua situação judicial regularmente.
A delegada reforçou a importância de os pais e responsáveis manterem atenção redobrada quanto à segurança das crianças.

“Não dá para confiar em ninguém. Muitas vezes, quem comete esses crimes são pessoas próximas, em quem jamais imaginaríamos desconfiar. O ideal é nunca deixar as crianças sozinhas e sempre observar sinais de abuso”, alertou.

Laísa concluiu a coletiva afirmando a postura de tolerância zero da equipe frente a crimes sexuais contra vulneráveis:

“Se depender de nós, todos os estupradores vão para a cadeia.”

As investigações continuam e os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.

O CASO FOI PUBLICADO NO JK

Uma mulher, mãe de uma menina de 12 anos, procurou a polícia para relatar que no dia 25/12/2025 dia de natal, estavam todos reunidos em família em confraternização natalina como sempre ocorrem todo ano, contudo a comunicante afirma que por volta das 18h a sua filha menor, de apenas 12 anos, recém completados se aproximou do pai e encostou a sua cabeça no ombro do pai, foi quando ele percebeu que algo poderia ter ocorrido tendo em vista que a sua filha menor estava com um comportamento estranha mesmo estando em família.

Posteriormente a sua filha se aproximou da tia e contou que o seu avô de consideração havia acariciado os seus seios dias atrás e que o seu tio no dia de natal tinha sentado do seu lado na sala e passou as mãos no seu corpo, quando ela disse para a ele que parasse se não ela iria gritar, que após a tia tomar conhecimento destes fatos se reuniu a sós com o pai da criança e relatou o que a sua sobrinha havia relatado pouco tempo antes, que segundo pai das vítimas, após saber dos fatos tentou ganhar tempo e procurar saber mais dos fatos, foi quando a sua filha mais velha, de 20 anos, e o seu outro filho, de 17 anos, relataram que foram vítimas de abusos sexuais praticados pelo tio que reside em Vera-MT.

As outras vítimas disseram que somente tiveram coragem de contar agora em razão dos fatos que ocorreram com a irmã mais nova.

Como depois do B.O segundo a mulher, nada teria acontecido, ela novamente foi a delegacia para denunciar seu avô paterno que quando ela relatou para a prima
de sua filha que o suspeito havia passado a mão na mesma e a comunicante começou a ficar muito nervosa, a entrar em desespero e que ela relatou que o suspeito havia feito o mesmo com ela a cerca de 5 meses.

A vítima disse ainda que em um churrasco na casa do suspeito, quando todo mundo saiu, ela havia entrado na casa do suspeito, e o mesmo começou a persegui-la, e a agarrar a força; que a vítima disse ao suspeito “me larga eu sou sua sobrinha” e o suspeito não a escutou, continuou segurando-a a força.

A mulher teme por sua integridade física e psicológica e pede que as providências sejam tomadas o mais rápido possível contra o suspeito.

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