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Quarta-Feira, 24 de Junho de 2026 13:50

Sorriso: Nando, que matou dentista Dyonisio na facada, vira réu e pode pagar R$ 500 mil de indenização

A Justiça de Mato Grosso tornou réu o cabeleireiro José Valdson Silva Rocha, conhecido como “Fernando Cabeleireiro”, de 43 anos, acusado pela morte do dentista Dyonisio Carlito Bortolon Antonielo, de 43 anos, morto a facadas em 1º de maio deste ano em Sorriso (MT).

A decisão é de sexta-feira (19) do juiz Rafael Depra Panichella, que aceitou aceitou denúncia oferecida pelo Ministério Público (MPMT), por homicídio com motivo fútil e recurso que dificultou defesa da vítima. Também foi pedido pelo órgão indenização aos familiares da vítima no valor de R$ 500 mil.

Segundo o MP, as investigações policiais apontaram que no dia dos fatos, José encontrava-se na companhia de Dyonisio e de outras pessoas em uma casa, onde confraternizavam e consumiam bebidas alcoólicas.

Em determinado momento, os dois se desentenderam e enquanto testemunhas separavam a briga, José pegou uma faca de aproximadamente 30 centímetros e deu um golpe na vítima.

Dyonisio foi socorrido por pessoas no local e encaminhado à unidade de pronto atendimento (UPA) da cidade. Contudo, morreu pouco tempo depois de ter dado entrada na unidade médica.

O Ministério Público ainda definiu as testemunhas a serem ouvidas nos demais termos e atos
processuais, entre elas os irmãos da vítima, pessoas presentes no momento do crime e investigadores de polícia.

Na época do crime, a Polícia Militar localizou o suspeito em uma quitinete, onde foi preso em flagrante ao sair do imóvel. Ele apresentava lesões na perna e olho esquerdo, alegando agressões durante a confusão.

A redação busca contato da defesa de José Valdson Silva Rocha para um posicionamento ou manifestação sobre os fatos. Espaço segue aberto.

A morte do dentista Dyonisio Carlito Antoniello, de 43 anos, registrada na manhã do dia 1º de maio, em Sorriso, ganhou novos desdobramentos após coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (5) pelo delegado Bruno França, responsável pela investigação do caso.

Inicialmente, o autor do crime, identificado como José Valdson Silva Rocha, conhecido como “Fernando”, alegou ter agido em legítima defesa durante uma discussão. No entanto, conforme detalhado pela Polícia Civil, essa versão foi descartada após análise de provas periciais e novos depoimentos colhidos formalmente.

De acordo com o delegado, as evidências apontam que a vítima foi brutalmente agredida antes de ser morta. Dyonisio apresentava fratura no nariz e afundamento ósseo na região do rosto, indicando que sofreu espancamento. As investigações revelaram ainda que o suspeito já havia tentado atacar o dentista anteriormente com outra faca, sendo contido por uma pessoa que estava no local.

Na sequência, o agressor teria desferido socos contra o rosto da vítima, que já se encontrava em situação de vulnerabilidade. Em um momento posterior, enquanto outras pessoas tentavam conter a briga e seguravam o dentista, o suspeito se aproveitou da situação para desferir um golpe de faca nas costas da vítima, o que acabou causando sua morte.

“A única pessoa que apresenta sinais claros de agressão é a vítima. Não existe nenhuma hipótese de legítima defesa nesse caso”, afirmou o delegado durante a coletiva.

A Polícia Civil também informou que há a presença de uma outra pessoa na cena do crime que não havia sido mencionada inicialmente pelo suspeito. As autoridades pedem apoio da população e da imprensa para identificar essa testemunha, que pode contribuir para o esclarecimento completo dos fatos.

Outro ponto revelado durante a coletiva diz respeito à identidade do suspeito. Segundo a investigação, José Valdson Silva Rocha utilizava o nome “Fernando” possivelmente para ocultar o passado criminal. Ele teria participado de um roubo a banco no ano de 2004 e, desde então, tentava se desvincular de sua verdadeira identidade.

A morte do dentista Dyonisio Carlito Antoniello, de 43 anos, registrada na manhã do dia 1º de maio, em Sorriso, ganhou novos desdobramentos após coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (5) pelo delegado Bruno França, responsável pela investigação do caso.

Inicialmente, o autor do crime “Fernando , alegou ter agido em legítima defesa durante uma discussão. No entanto, conforme detalhado pela Polícia Civil, essa versão foi descartada após análise de provas periciais e novos depoimentos colhidos formalmente.

De acordo com o delegado, as evidências apontam que a vítima foi brutalmente agredida antes de ser morta. Dyonisio apresentava fratura no nariz e afundamento ósseo na região do rosto, indicando que sofreu espancamento. As investigações revelaram ainda que o suspeito já havia tentado atacar o dentista anteriormente com outra faca, sendo contido por uma pessoa que estava no local.

Na sequência, o agressor teria desferido socos contra o rosto da vítima, que já se encontrava em situação de vulnerabilidade. Em um momento posterior, enquanto outras pessoas tentavam conter a briga e seguravam o dentista, o suspeito se aproveitou da situação para desferir um golpe de faca nas costas da vítima, o que acabou causando sua morte.

“A única pessoa que apresenta sinais claros de agressão é a vítima. Não existe nenhuma hipótese de legítima defesa nesse caso”, afirmou o delegado durante a coletiva.

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