Para conquistar a confiança da vítima, os supostos recrutadores fizeram inicialmente um pequeno pagamento.
Na sequência, os golpistas passaram a exigir transferências via Pix para liberar novas tarefas, saldos e comissões. Conforme as missões avançavam, os saques eram bloqueados e depósitos cada vez maiores eram solicitados.
Ao todo, a mulher realizou sete transferências para uma empresa de pagamentos indicada como favorecida das transações, totalizando R$ 2.038. Quando se recusou a enviar novos valores, teve a devolução do dinheiro negada.
A vítima contestou as operações junto ao Sicredi e solicitou a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), utilizado em casos de suspeita de fraude envolvendo o Pix.
O caso foi registrado como estelionato eletrônico e deverá ser investigado.