Uma funcionária de uma loja no Park Shopping Sorriso procurou a Polícia Civil após afirmar ter sido vítima de falsas acusações de furto dentro do ambiente de trabalho. Segundo a vítima, mesmo após uma investigação interna concluir que não existiam provas contra ela, as acusações teriam continuado sendo divulgadas por outra colaboradora, causando constrangimento e danos à sua reputação.
A vítima disse que passou a ser acusada injustamente pela colega de trabalho de ter cometido furtos dentro da loja. A vítima afirma que a própria empresa realizou uma apuração interna e analisou as supostas provas apresentadas, concluindo que não havia qualquer elemento que sustentasse as acusações.
A situação não teria terminado após a comprovação de sua inocência. A suspeita teria continuado divulgando comentários ofensivos e acusações falsas contra a funcionária, inclusive por meio de um grupo de WhatsApp criado para compartilhar mensagens relacionadas ao caso.
No grupo estavam presentes duas ex-funcionárias da empresa, além do filho do proprietário da loja e segundo a vítima as mensagens continham comentários considerados difamatórios e ofensivos, expondo sua imagem perante terceiros e causando abalo emocional e profissional.
A gerente responsável pelo setor também teria tomado conhecimento da situação e encaminhado informações relacionadas às acusações feitas contra a funcionária.
Durante a investigação interna, a empresa constatou ainda que os fatos atribuídos à comunicante já vinham ocorrendo desde outubro de 2025. No entanto, conforme o relato, nesse período ela sequer estava trabalhando normalmente, pois havia ficado afastada por cerca de 60 dias após sofrer um acidente de trânsito.
A vítima reforçou que jamais foi apresentada qualquer prova concreta que pudesse justificar as acusações. Após a apuração interna, a empresa decidiu demitir a funcionária suspeita de espalhar as acusações.
A vítima acredita que o conflito possa ter começado após um desentendimento ocorrido entre as duas em abril deste ano. Segundo ela, antes desse episódio, ambas mantinham uma boa relação profissional.
O caso foi registrado na Polícia Civil e deverá ser apurado como possível crime de calúnia, difamação e injúria.