Uma funcionária de uma empresa procurou a Polícia para denunciar uma situação de constrangimento ocorrida no local de trabalho.
Segundo o relato da comunicante, ela trabalha em uma loja de móveis e informou que o suspeito atua como funcionário terceirizado, exercendo a função de montador. No horário do ocorrido, a mulher contou que foi até o banheiro da empresa.
Ela explicou que os banheiros masculino e feminino ficam um ao lado do outro e que existe uma janela que permite a visualização de um banheiro para o outro. Enquanto utilizava o local, a comunicante afirmou que, ao olhar para o espelho do banheiro, percebeu o reflexo do rosto do suspeito, que estaria observando pela janela que liga os dois ambientes.
A mulher relatou que reconheceu imediatamente o suspeito. Após perceber a situação, ela saiu do banheiro, procurou o gerente da empresa e contou o que havia ocorrido.
De acordo com o relato, o gerente chamou o funcionário terceirizado para pedir explicações, porém ele negou a acusação. Após o episódio, o suspeito deixou o local de trabalho e, desde então, não foi mais possível manter contato com ele.
Diante dos fatos, a comunicante procurou a Polícia para registrar a ocorrência e solicitar as providências cabíveis.