Domingo, 17 de Maio de 2026

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Sábado, 16 de Maio de 2026 20:09

Sorriso: Funcionária desvia R$ 60 mil de clínica de ginecologia após passar Pix do filho para receber dinheiro de pacientes; "Rombo" pode ser de R$ 100 mil

Representantes de uma clínica médica de ginecologia procuraram a Polícia Civil após descobrirem um suposto esquema de desvio de valores envolvendo uma ex-colaboradora da empresa. O caso veio à tona depois que uma paciente desconfiou da forma de pagamento exigida para uma consulta e relatou a situação à médica responsável.

Segundo as informações repassadas ao JK, a paciente informou que no dia 4 de março realizou um depósito via Pix no valor de R$ 600 para custear uma consulta médica. O pagamento foi enviado para uma chave Pix em nome de um homem. Após o procedimento, a clínica emitiu nota fiscal normalmente, mas o nome do favorecido no Pix chamou a atenção da paciente, já que era diferente do emitente da nota fiscal.

Ao questionar a colaboradora, a paciente recebeu a informação de que, devido a uma suposta instabilidade no sistema bancário, o pagamento precisaria ser feito na conta do “assessor financeiro” da clínica.

A suspeita aumentou durante uma consulta de retorno realizada em abril, quando a paciente comentou o caso diretamente com a médica responsável pela clínica. Ao analisar a situação, a profissional percebeu que a chave Pix utilizada não pertencia ao setor financeiro da empresa, mas sim ao filho da colaboradora.

Após a confirmação das suspeitas de desvio, houve uma reunião onde a funcionária teria confessado e confirmado o desvio dos valores para a conta do próprio filho, na presença da proprietária da clínica e de um advogado.

Ainda segundo as informações, após a descoberta do caso foram identificadas outras transferências semelhantes feitas por pacientes para a mesma conta, além de relatos de recebimento de dinheiro em espécie, chegando a quantia de R$ 60 mil e com a suspeita do desvio ser de cerca de R$ 100 mil.

A médica ficou muito abalada, pois trabalha manhã, tarde e noite, além de atender em outras cidades e acabou confiando que a funcionaria “faria jus” a confiança lhe dada.

O caso foi registrado e deverá ser investigado pela Polícia Civil, que apura possíveis crimes de apropriação indébita, estelionato e desvio de valores.

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