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Segunda-Feira, 09 de Fevereiro de 2026 14:58

Sorriso: Delegado ressalta armação de criminosos e nega grupo de extermínio na PC

O delegado da Polícia Civil, Bruno França, afirmou que as mensagens encontradas no aparelho celular furtado da delegacia de Sorriso (396 km de Cuiabá) em outubro do ano passado não se tratam de “material não verídico”. No ano passado, Bruno França explicou que, com o celular furtado, os bandidos fizeram montagens simulando conversas com policiais.

O caso voltou à tona após prints circularem nas redes sociais, depois que um investigador da delegacia foi preso por estuprar uma detenta quatro vezes. Nos prints, as mensagens trocadas entre policiais em um suposto grupo no WhatsApp mostram o tratamento dado a algumas mulheres encarceradas, além de outras situações em abordagens.

Segundo França, algumas mensagens eram apagadas e retiradas de contexto para tentar imputar crimes aos policiais, tanto civis quanto militares. Por meio de nota, a autoridade policial afirmou que as publicações tinham intuito difamatório e seriam um material não verídico.

Existe a suspeita de um grupo de extermínio na delegacia de Sorriso. “Ocorre que, oportunamente após a prisão de um investigador de polícia, as publicações começaram a se repetir de forma exponencial. Tais publicações são alicerçadas em materiais dolosamente editados ou retirados de contextos jocosos, a fim de induzir a falsa conclusão de que existem comportamentos ilícitos por parte dos policiais desta unidade, especificamente no tratamento a presos e mortes por intervenção de agente do Estado. As alegações supracitadas são inexistentes e absurdas, conforme demonstrado por alguns prints originais – e já periciados – enviados em anexo.”, diz trecho da nota.

Questionado sobre o tratamento aos custodiados, França alegou que todos os relatos foram investigados pelo Ministério Público. Houve inclusive o indiciamento de faccionados pelo crime de denunciação caluniosa.

“Ressalta-se que em nove anos de existência, a divisão de combate a homicídios da delegacia de Sorriso jamais se envolveu em confronto policial algum. Absolutamente nenhum! A publicação ou o repasse de tais materiais se apresenta como ferramenta de promoção e proteção do crime organizado e ataca, de forma ilegal e injusta, a honra objetiva e subjetiva dos policiais desta unidade”, pontuou.

NOTA PÚBLICA

Como se sabe, a divisão de combate a homicídios da Delegacia Municipal de Sorriso/MT teve um aparelho celular furtado no mês de outubro de 2023. Iniciaram-se então diversas publicações com intuito difamatório e calunioso que têm a finalidade de deslegitimar o trabalho realizado pela Polícia Judiciária Civil no combate ao crime organizado.

Na ocasião, foi esclarecido se tratar de material não verídico. Ocorre que, oportunamente após a prisão de um investigador de polícia, as publicações começaram a se repetir de forma exponencial.

Tais publicações são alicerçadas em materiais dolosamente editados ou retirados de contextos jocosos, a fim de induzir à falsa conclusão de que existem comportamentos ilícitos por parte dos policiais desta unidade, especificamente no tratamento a presos e mortes por intervenção de agente do Estado. As alegações supracitadas são inexistentes e absurdas, conforme demonstrado por alguns prints originais – e já periciados – enviados em anexo. Ressalta-se que, em nove anos de existência, a divisão de combate a homicídios da delegacia de Sorriso/MT jamais se envolveu em confronto policial algum. Absolutamente nenhum!

Ademais, todos os falsos relatos de maus-tratos a custodiados – sempre realizados por membros de uma facção criminosa específica – foram investigados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso no exercício do controle externo da atividade policial e arquivados por se mostrarem caluniosos. Enfatiza-se, inclusive, que seus noticiantes foram indiciados, ou são investigados, pelo crime de denunciação caluniosa. A publicação ou o repasse de tais materiais se apresenta como ferramenta de promoção e proteção do crime organizado e ataca, de forma ilegal e injusta, a honra objetiva e subjetiva dos policiais desta unidade.

Informa-se que o material original já foi, de forma voluntária, integralmente disponibilizado à Corregedoria Geral da Polícia Civil, bem como ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso, para que não reste dúvida alguma a respeito da legalidade da atuação dos policiais. Desde já, esta Delegacia de Polícia se coloca à disposição para esclarecer qualquer publicação ou material veiculado, no intuito de demonstrar sua falsidade formal ou material.

Sorriso/MT, 08 de fevereiro de 2026.

BRUNO FRANÇA FERREIRA

Delegado de Polícia Civil

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