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Domingo, 12 de Abril de 2026 19:17

Sorriso: Chefe de Upinha do Rota nega assédio contra enfermeira: nunca existiu

O coordenador de enfermagem da Upinha  bairro Rota do Sol, em Sorriso (MT), Oseias Dallabarba, negou de forma veemente a acusação de assédio sexual feita por uma enfermeira da unidade.

Em entrevista ao Portal RBT News, ele afirmou que a denúncia não procede: “É mentira. Tenho total convicção disso. Não existiu”, declarou.

 

Diante da repercussão do caso, o coordenador informou que decidiu se afastar do cargo para garantir uma apuração transparente e imparcial dos fatos.
“Estou deixando meu cargo à disposição para que tudo seja investigado com a maior transparência possível”, disse.

Segundo Oseias, sua principal defesa está nas imagens das câmeras de segurança da unidade, que conta com 13 equipamentos de monitoramento.
“Se houve algo, vai aparecer. Não tem como encontrar algo que nunca existiu”, afirmou, acrescentando que não teme qualquer verificação por meio das gravações.

Ele também alegou que a enfermeira denunciante teria cometido irregularidades durante o plantão, situação que, segundo ele, poderá ser constatada pelas imagens internas da UPA.

Nos comentários da entrevista, uma mulher que se identificou como esposa do coordenador saiu em sua defesa, destacando o caráter do profissional.
“Ele é um homem íntegro, pai presente, marido dedicado e um profissional exemplar. Confio que a verdade vai prevalecer”, escreveu.

Outra mulher afirmou já ter trabalhado com Oseias e também elogiou sua conduta, classificando-o como ético e respeitoso.

Enfermeira relata assédio e diz ter sido demitida após recusar investidas

A enfermeira Tânia Barbosa, de 39 anos, apresentou versão oposta. Em relato detalhado, ela afirma ter sido vítima de assédio sexual por parte do coordenador ao longo de meses.

Segundo a profissional, as abordagens ocorriam durante os plantões e eram acompanhadas de pressão psicológica.
“Se você não ficar comigo, eu te dou as contas”, teria dito o coordenador, conforme relato da enfermeira.

Ela afirma que o episódio mais grave ocorreu no início da semana, quando ele teria tocado seu corpo sem consentimento.
“Ele passou a mão na minha bunda e fez a ameaça”, declarou.

 

De acordo com Tânia, mesmo sob medo constante de perder o emprego, ela nunca cedeu às supostas investidas. Ainda assim, acabou sendo desligada da unidade pouco tempo depois.
“Disseram apenas que receberam um ofício pedindo meu desligamento”, relatou.

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