Domingo, 17 de Outubro de 2021

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Terça-Feira, 22 de Junho de 2021 09:02

Buscas pelo assassino Lázaro Barbosa entram no 13º dia em Goiás

As buscas pelo assassino Lázaro Barbosa entraram no 13º dia em Goiás. A caçada ao criminoso mais procurado do Brasil ganhou o reforço de mais dois cães farejadores. Agora, são cinco. Um deles, a cadela Cristal, ajudou nas buscas por vítimas na tragédia de Brumadinho.

O raio de procura foi reduzido de 15 para dez quilômetros quadrados, numa região com grutas e 

Vários pontos de bloqueio foram montados na BR-070, rodovia que liga Goiás ao Distrito Federal. Motoristas também são parados nas estradas de terra na zona rural, onde a polícia acredita que Lázaro Barbosa esteja escondido há 13 dias. São vários pontos de bloqueio. Todos os carros são parados porque o bandido pode fazer reféns para tentar fugir do cerco.

Nesta segunda-feira (21), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), falou sobre a operação que mobiliza 270 homens das Polícias Militar e Civil de Goiás e do Distrito Federal, além de agentes da Polícias Federal e Rodoviária Federal.

“Não consta que se tenha uma data para que o bandido seja preso. Eu nunca vi uma norma que diz: “Olha, tem que ser em cinco dias, olha tem que ser 14 dias”. Desculpe”, afirmou Caiado.

A operação recebeu reforço também do serviço de inteligência da Polícia Rodoviária Federal. Um Disque-Denúncia criado para o caso Lázaro recebeu mil ligações de vários estados em 24 horas. 

A caçada ao criminoso começou depois que ele matou quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia, no Distrito Federal, e fugiu para Goiás, onde já havia matado mais uma.

Moradores da zona rural evitam dormir nas chácaras. No fim de semana, o foragido teria arrombado mais uma casa, em busca de armas e comida.

“Ele entrou dentro da minha casa, mexeu na minha cama, as minhas roupas estavam reviradas, a minha cama fora do lugar”, disse a auxiliar de serviços gerais Florismar Francisca dos Santos.

Com medo, uma família com quatro filhos e a mulher grávida, deixou a fazenda e passou a dormir dentro do carro, ao lado da base de operações.

“A gente não tem como se defender”, disse a mulher.

Fonte: jk notticias

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