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Governador Pedro Taques diz que manifestação dos caminhoneiros é ''legítima''
25 de Maio, 2018
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O governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), declarou nesta sexta-feira (25) que a greve dos caminhoneiros, que já dura cinco dias, é "legítima", no entanto, alegou que não é favorável aos transtornos causados com os bloqueios nas rodovias.

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"Entendemos que é uma manifestação legítima dos caminhoneiros, sem que isso possa trazer prejuízos ao abastecimento de combustível, por exemplo, das viaturas policiais e ambulâncias", afirmou.

A avaliação foi feita durante o Fórum de Governadores do Brasil Central, realizado no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

A greve dos caminhoneiros não estava prevista na pauta de discussões do Fórum, mas diante da repercussão o governador e representantes de outros estados acabaram dando declarações sobre o assunto.

"Ninguém aguenta mais pagar impostos", disse.

Os caminhoneiros cobram o fim da cobrança de pedágio para eixo erguido, no retorno da viagem, quando os veículos já estão sem cargas; a aprovação do projeto 528/2015 em tramitação no Congresso Nacional que visa fixar tabela mínima de frete, além de uma medida permanente no governo federal para a redução de impostos no preço do diesel.

Participam do evento representantes de seis estados e do Distrito Federal. Entre outros temas, eles discutiram questões ligadas à redução de indicadores, como mortalidade, homicídios e ampliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 875 municípios brasileiros.

Também estavam na pauta as ações conjuntas que podem contribuir para o desenvolvimento da logística, difusão de tecnologias e exportações de forma integrada entre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Tocantins, Maranhão e Distrito Federal.

A novidade da reunião foi o lançamento do Projeto Aliança Municipal, que tem o objetivo de fazer um estudo para definir quais são as taxas de homicídio, mortalidade infantil, matrículas da pré-escola e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos municípios.

Em Mato Grosso, 34 municípios participam do Projeto Aliança Municipal. Com um estudo detalhado sobre cada setor, como saúde, educação e segurança, é possível agilizar o processo de liberação de recursos federais.

O consórcio surgiu em 2015 com o objetivo de criar uma política comum entre os sete estados que fazem parte do grupo com a finalidade de melhorar os indicadores sociais.

 

 

Fonte:24 horas news
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