
Ao deixar os cargos a partir de 3 de abril, a ministra da Casa Civil e o governador de São Paulo amargarão um período de menor visibilidade até junho, quando as candidaturas serão oficializadas.
Segundo a reportagem, o plano de voo de Serra previa inaugurar no fim do mês, quando deve anunciar publicamente sua candidatura, três carros-chefes de sua administração: a Nova Marginal, o trecho Sul do Rodoanel e duas estações da Linha 4 do Metrô. Mas as chuvas do início do ano põem em risco a pretensão.
Dilma, por sua vez, informa a Folha, nos próximos 20 dias, intensifica viagens na companhia de Lula, sobretudo no Sudeste. Amanhã, por exemplo, estarão em Cubatão para inaugurar uma usina termoelétrica.
Obras de saneamento e habitação --foco do PAC 2-- serão visitadas, mesmo aquelas ainda em andamento.
No mesmo rol estão visitas ao gasoduto interligando as regiões Sudeste e Nordeste (Gasene) e à Ferrovia Norte-Sul. Os dois ainda têm trechos em construção. A ministra participará também de festas de lançamentos de projetos com grande potencial eleitoral, mas que pouco andarão no atual governo, como a chamada Consolidação das Leis Sociais e o PAC 2.